Cardápio: a vitrine do seu restaurante

Na visão comercial o cardápio é uma lista que consta os produtos que sua empresa tem a oferecer aos clientes, o preço a ser cobrado pelas mercadorias ali expostas, a composição de cada prato e as informações adicionais, tal como a forma de pagamento.
Mais do que esta fria definição, o cardápio é um dos primeiros contatos do cliente com o seu empreendimento e um grande responsável pelo início do sucesso na satisfação do consumidor.
Ao elaborar um cardápio devemos utilizar uma pitada de maestria e uma dose de malicia e acima de tudo experiência no ramo gastronômico. As técnicas de elaboração são muitas e cada profissional elabora da sua maneira, conforme o estilo da casa.
Para comentar todos os conceitos que disponho em uma confecção desta natureza teria assunto para umas boas páginas, mas vamos abordar as técnicas mais importantes.
Primeiro, ter clareza no conteúdo para que não surjam dúvidas ao cliente. As cartas devem ser muito bem escritas. Descreva de uma maneira que aguce o apetite do consumidor e desperte o interesse, na linguagem popular “enche a boca d água”.
Acompanhe este simples exemplo:

Maneira habitual – Cheese Salada
Hambúrguer, pão com gergelin, alface americana e tomate.

Maneira ideal – Cheese Salada
Nosso saboroso hambúrguer, grelhado, servido em pão de hambúrguer especial com gergelim, sobre um leito de folhas frescas de alface americana e finas rodelas de tomate salada.

Segundo, entre o design gráfico dos menus estão as seqüências dos pratos. Essa seqüência deve ser dividida e separada por uma ordem conforme as instruções abaixo:
– Inicia-se o cardápio com o grupo dos antepastos, porções e demais acompanhamentos para as bebidas iniciais. (É muito comum pessoas chegarem mais cedo aos restaurantes e aguardarem seus amigos, enquanto isto disporem de uma boa bebida e um acompanhamento atrativo.)
– Em seguida o grupo das entradas frias e quentes, depois as minestras e massas, logo as carnes brancas e rubras, depois as guarnições e por último as sobremesas.
– As bebidas de consumo elevado são as primeiras, como as águas, os refrigerantes e as cervejas. Os destilados a começar pelos produtos naturais, mais baratos, para os importados, mais caros, coquetéis, vinhos e finalmente os digestivos.
Vale lembrar o cuidado com a poluição visual “alegoria e adereço” nos menus confunde sua visualização e desestimula a vontade do consumo, gera preguiça reler e procurar um segundo pedido.

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